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21 junho 2016
Avaliações e Exames Complementares NR-35 Trabalho em Altura
Vamos entender o que são atividades de risco e saber quais avaliações e exames complementares são exigidos para exercer este tipo de atividade.
A NR-16 vem definir quais são essas atividades e operações perigosas e estabelece que: “O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30%, incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa.”
Exemplos de algumas atividade de risco:
Atividades com Explosivos (NR16)
Serviços em Eletricidade (NR10)
Transporte e Movimentação de Cargas (NR11)
Trabalhos em Espaço Confinado (NR33)
Trabalho em Altura (NR35)
Ainda conforme a NR-16 em seu item 116.002-8 / I2 diz que é importante ressaltar que todas as áreas de risco previstas nesta NR devem ser delimitadas, sob responsabilidade do empregador.
Mas quais avaliações e exames devem ser realizados para exercer as atividades que envolve trabalho em Altura?
NR-35 – Trabalhos em Altura
De acordo com o item 35.4.1.2 da norma: Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura, garantindo que: Os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do PCMSO, devendo estar nele consignados; A avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação; Seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura, considerando também os fatores psicossociais.
Realização de exames complementares:
Acuidade visual
Hemograma
Glicemia de Jejum
Eletrocardiograma
Eletro encefalograma
Gama GT
Entre Outros…
Podemos elencar também critérios para a não aptidão para o trabalho em altura, critérios estes que devem ser avaliados em uma entrevista com o médico do trabalho:
Ser Menores de 18 anos, Convulsão - epilepsia, Diabetes Mellitus insulino dependente, Etilismo e/ ou outras drogas, Hipertensão grave não controlada, Arritmia cardíaca, Doença arterial coronariana, Mio cardiopatias, Doenças valvulares, Doenças crônicas não transmissíveis: asma, rinite alérgica de difícil controle, Gestantes, Obesos - IMC igual ou superior a 30 kg/m3, Deficientes físicos , auditivos e visuais, Analfabetos ou baixa escolaridade, Candidatos com transtornos mentais e neurológicos como ansiedade, esquizofrenia, Depressão, distúrbio bipolar, fobia de altura (acrofobia), e outras.
Visão monocular ( compromete percepção de profundidade )
Solicitar Vacinação antitetânica obrigatória
Observação: para trabalho em altura o trabalhador deve estar psicologicamente preparado para o trabalho nas condições especiais que o mesmo requer e deve ter suficiente grau de instrução que o permita compreender o treinamento ministrado para o trabalho.
Rotina imediatamente antes de iniciar trabalho em altura
* Questionar sobre o uso recente de bebida alcoólica, drogas e medicações
* Questionar se o funcionário se considera em condições de realizar a tarefa
* Observar a marcha sobre uma linha reta
* Questionar sobre alimentação, sono ou alguma doença aguda: IVAS, gastroenterites
* Ideal: Aferir a pressão arterial, observar nistagmo.
fontes: Dra. Márcia Marchetto / esolucaomed
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Trabalho em Altura
17 abril 2016
Segurança para trabalho em altura
O trabalho em altura ainda esta entre as atividade com maior causa de acidentes no ambiente de trabalho.
A S2 Treinamentos busca exatamente acabar com esses índices, mostrando aos trabalhadores a melhor maneira de tomar medidas simples e práticas de segurança em qualquer trabalho em altura.
O que é necessário para realização de um trabalho em altura seguro? É preciso se certificar de que todo trabalho de altura esteja devidamente planejado, que haja supervisão e que seja realizado por pessoas capacitada e autorizada (possuir treinamento).
Para evitar ou minimizar os riscos durante o planejamento de um trabalho em altura, deve-se considerar o que precisa ser feito para depois se basear no risco e identificar as precauções adequadas.
Veja no vídeo abaixo, onde, por não haver planejamento, nem tão pouco profissionais capacitados, o trabalho é feito com improviso. Este tipo de atitude expões os trabalhadores a queda, como também gera uma sobre carga sobre os materiais.
A S2 Treinamentos busca exatamente acabar com esses índices, mostrando aos trabalhadores a melhor maneira de tomar medidas simples e práticas de segurança em qualquer trabalho em altura.
O que é necessário para realização de um trabalho em altura seguro? É preciso se certificar de que todo trabalho de altura esteja devidamente planejado, que haja supervisão e que seja realizado por pessoas capacitada e autorizada (possuir treinamento).
Para evitar ou minimizar os riscos durante o planejamento de um trabalho em altura, deve-se considerar o que precisa ser feito para depois se basear no risco e identificar as precauções adequadas.
Veja no vídeo abaixo, onde, por não haver planejamento, nem tão pouco profissionais capacitados, o trabalho é feito com improviso. Este tipo de atitude expões os trabalhadores a queda, como também gera uma sobre carga sobre os materiais.
02 novembro 2015
Porque fazer um treinamento de Brigada de Incêndio
Em primeiro lugar é importânte saber que o Curso de formação de Brigada de Incêndio tem o objetivo de proporcionar aos participantes conhecimentos básicos sobre combate a incêndio.
Então por que constituir e treinar a Brigada de Emergência?
Primeiro por obrigação já que é uma exigência do Ministério do Trabalho e Emprego, do Estado e do Corpo de Bombeiros através das legislações estaduais, das Prefeituras e das Normas ISO!
É importante se ter um grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, treinadas e capacitadas para atuar na prevenção, abandono de área, combate a princípio de incêndio e incêndio, e prestar os primeiros socorros, dentro de uma área pré-estabelecida.
Toda empresa, condomínios e estabelecimentos comerciais, devem ter em suas instalações uma brigada de emergência treinada de acordo com as normas vigentes.
Quais são as vantagens de ter uma Brigada de Emergência?
1. Proteger e salvar vidas;
2. Proteção do patrimônio e meio ambiente;
3. Prevenir e extinguir incêndios;
3. Adequar a empresa às legislações.
O que você esta esperando para fazer seu curso?
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contato 83 98868-3060
17 julho 2015
Primeitos Socorros: Engado em Crianças e Adultos
Realizar um atendimentos de primeiros socorros é muito diferente de medicar, estamos falando apenas da primeira assistência a quem está precisando. Em seguida, se necessário é procurar um atendimento especializado (hospital) para se certificar que está tudo bem.
Engasgo por corpos estranhos
O que fazer: A técnica indicada para crianças é a da tapotagem, que consiste em inclinar o corpo da criança para frente e com as mãos em concha bater nas costas até que o objeto seja expelido pela boca.

Engasgo por corpos estranhos
O que fazer: A técnica indicada para crianças é a da tapotagem, que consiste em inclinar o corpo da criança para frente e com as mãos em concha bater nas costas até que o objeto seja expelido pela boca.

Para adultos e adolescentes, pode-se aplicar a manobra de Heimlich. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima ao mesmo tempo na região acima do umbigo e logo abaixo do apêndice xifoide, popularmente a boca do estômago.

Para as crianças não é indicada a manobra de Heimlich, podendo ela ser agressiva para crianças. Se a pessoa que a fizer não souber aplicá-la corretamente poderá comprometer as costelas da criança.
O que NÃO fazer: O reflexo imediato de muitas mães de tentar tirar o que estiver obstruindo as vias respiratórias colocando o dedo na garganta da criança. Não é indicado em situações onde o objeto não estiver visível e de fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.

Para as crianças não é indicada a manobra de Heimlich, podendo ela ser agressiva para crianças. Se a pessoa que a fizer não souber aplicá-la corretamente poderá comprometer as costelas da criança.
O que NÃO fazer: O reflexo imediato de muitas mães de tentar tirar o que estiver obstruindo as vias respiratórias colocando o dedo na garganta da criança. Não é indicado em situações onde o objeto não estiver visível e de fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.
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16 junho 2015
Equipamentos de Segurança - Talabarte
Os Talabartes são Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) que fazem a conexão entre o cinto do tipo paraquedista e o sistema de ancoragem utilizado pelo trabalhado, também servindo como suporte para posicionamento do ou limitador de movimento. Estes dispositivos são norteados pela NBR 15834/2010 (Talabarte de segurança).
Podem ser de dois tipos:
POSICIONAMENTO:
Ajustam o posicionamento do trabalhador, permitindo que este tenha as mãos livres para executar suas atividades, devendo ser fixado nas argolas laterais do cinto tipo paraquedista ou cinturão abdominal. Pode ser do tipo removível ou regulável como mostra a figura a cima.
DESLOCAMENTO:
Elemento de conexão entre o cinturão paraquedista e o ponto de ancoragem.
Podem ser de dois TIPOS:
Em i : Utilizado para prevenção e parada de queda com absorção de impacto. Deve ser sempre utilizado em conjunto com um cinto tipo paraquedista.
Podem ser de dois tipos:
POSICIONAMENTO:
Ajustam o posicionamento do trabalhador, permitindo que este tenha as mãos livres para executar suas atividades, devendo ser fixado nas argolas laterais do cinto tipo paraquedista ou cinturão abdominal. Pode ser do tipo removível ou regulável como mostra a figura a cima.
DESLOCAMENTO:
Elemento de conexão entre o cinturão paraquedista e o ponto de ancoragem.
Podem ser de dois TIPOS:
Em i : Utilizado para prevenção e parada de queda com absorção de impacto. Deve ser sempre utilizado em conjunto com um cinto tipo paraquedista.
ou em Y : Deslocamento (Vertical/Horizontal) seguro em altura e parada de queda com absorção de impacto. Deve ser utilizado sempre em conjunto com um cinto tipo paraquedista. 
Lembrando:
Quando é obrigatório o uso de absorvedor de energia nos talabartes?
R – Quando o fator de queda for maior que 1 e quando o comprimento do talabarte for maior que 90 cm.
Todos os Talabartes devem ser ensaiados conforme NBR 14629:2010
Vejam o vídeo de um testa de um talabarte realizado por uma empresa brasileira:
13 maio 2015
Treinamento Trabalho em Altura NR 35 Bandeirantes Mídia exterior.
A S2 treinamentos e consultoria ministrou mais um treinamento para Trabalho em Altura de acordo com a Norma Regulamentadora NR-35 do Ministério do Trabalho e Emprego.
O treinamento foi realizado para a empresa Bandeirantes que trabalha com Mídia Exterior. O treinamento teórico foi realizado nas dependências da empresa e o treinamento prático foi realizado em uma área externa de atuação da empresa. Foram utilizados para prática em Altura dois Outdoors e um TopLight localizado em local externo, buscando assim fazer com que o treinamento prático se aproxime o máximo possível da realidade vivida pelo colaboradores da empresa.
No treinamento os participantes viram:
Curso NR 35 – Trabalho em altura – Introdução
Segurança e a Saúde do Trabalhador
Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura
Acidentes típicos em trabalho em altura
Condições impeditivas ao trabalho em altura
Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura, medidas de prevenção e controle
Medidas de proteção contra quedas de altura
EPI para proteção contra quedas com diferença de nível – Análise de Risco
Permissão de Trabalho – PT
Condutas em situações de emergência (noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros)
Treinamento em campo
27 julho 2013
Acidentes na construção civil. Como evitar esse risco fatal?
Quando estamos acostumados a realizar determinadas tarefas, vamos adquirindo hábitos, com o tempo. Quanto mais praticada, mais chances de nos sentirmos confiantes e condicionados à vícios. NaConstrução civil, os vícios de trabalho caminham lado a lado com a realização do serviço diário. Muitos trabalhadores se acostumam a passar horas pendurados por cordas, em cima de andaimes e telhados. É nessas horas, que descuidos podem acontecer e os acidentes também.
Mais de 800 trabalhadores do ramo da Construção Civil morrem todos os anos, enquanto exercem suas funções. Essa estatística contribui para que as quedas sejam apontadas como a razão número um das causas de morte, nessa área. De todas as atividades de produção de obras (incluindo a Construção Civil, claro), as quedas ainda são responsáveis por uma em cada três mortes, de trabalhadores.
As vezes, o motivo da queda pode ser tão banal que nem o próprio trabalhador se dá conta do perigo que está correndo. Elas costumas acontecer em fração de segundos, num escorregão, tropeço ou mesmo pelo excesso de confiança.
Se, por um lado, o descuido por parte dos trabalhadores pode gerar esses acidentes, por outro, é preciso deixar claro que é de responsabilidade dos empregadores proporcionarem um ambiente de trabalho seguro, munido dos equipamentos de proteção necessários à pratica do ofício. Outro fator importante, que pode ser de extrema necessidade, para evitar que tragédias aconteçam, é providenciar treinamento adequado para todos os funcionários, uma vez que eles devem ser instruídos, para, justamente, não caírem em armadilhas como as que elencamos aqui.
Em diversos casos de acidentes, registra-se a falta de, pelo menos, um dos fatores essenciais à proteção do trabalhador. Em muitos deles, o trabalhador não possuía proteção contra quedas, conforme prega as normas da NBR 18801, norma regulamentadora que legisla em favor da segurança no trabalho,
Casos em que o trabalhador não é tão afetado pelo acidente se dão quando ele faz uso de uma linha de vida horizontal, que é fixada na estrutura do teto e o impede de cair no andar de baixo, caso ele perca o equilíbrio e caia. A essa altura, qualquer colega que estiver mais próximo poderá auxiliá-lo.
Todos os anos, milhões de trabalhadores são vítimas de acidentes. Grande parte deles, causados pela falta de atenção, excesso de confiança e pelo descaso dos patrões, mas, também, pelo não uso de equipamentos adequados às atividades exercidas. Melhor do que procurar justificativas para o caso é tomar precauções para que ele não aconteça. Afinal, prevenir ainda é o melhor remédio.
fonte: www.aplequipamentos.com.br
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